segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Que no ano de 2010 todos os nossos sonhos se realizem...

Pelo menos os praticáveis.... mas o mais importante é que estejamos com saúde e por que não desejar: MUITO SUCESSO!
AOS MEUS AMIGOS E SEGUIDORES, UM:

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Segredinhos de RP para captar alunos

Prospectar e manter alunos no Ensino Superior requer determinadas táticas.
Detalhe imprescindível: planejar ações estratégicas de captação e manutenção do público alvo.
O procedimento adequado é conseguir manter um vínculo do aluno ao curso e, por conseguinte, à instituição, evitando-se a evasão.
Existem exemplos práticos e que dão bons resultados. Criar eventos promocionais com bom desdobramento aparecem em primeiro plano.
Falando em comunicação, já que o blog é de uma RP, a estabilizada visita nas escolas da região, provoca um contato direto com alunos do Ensino Médio e faz uma grande diferença. É uma oportunidade para apresentar, de forma simples, a necessidade de um planejamento que o aluno precisa fazer para ingressar no meio universitário. São momentos em que os alunos das escolas têm o primeiro contato com a formação acadêmica para uma futura profissão, integrando-se e descobrindo um universo de possibilidades.
Esta ação pode gerar bons resultados, pois reduz as incertezas do aluno quanto a sua escolha, já que os especialistas afirmam que um curso de graduação é um “produto intangível”.
Existem outras alternativas para captar o aluno, como criar palestras temáticas, cursos de extensão, participação em eventos, feiras de profissão, enfim, ações pedagógicas que contenham uma forte divulgação.
Evidente que a mídia de massa em épocas específicas como o processo seletivo é necessária e útil. A utilização de várias ferramentas de comunicação, como a propaganda em rádio e TV, outdoor, jornais site, faixas, por envio de mala direta, panfletagem, cartazes, folders, dentre outros veículos gera a conquista do possível cliente.
Neste mapeamento de captação de alunos, a indicação assume um peso estimável em todo o processo.
Não esqueça: Acompanhar o processo é vital.
Uma RP não consegue viver (trabalhar) sem uma pesquisa: base para avaliar resultados.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Hoje é a nossa vez de sermos homeageados!

Recebi esta mensagem da Diretoria do Conrerp RS/SC e quero compartilhar com todos os profissionais esta data.


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Sem-cerimônia mas sem exonerar o planejamento

Sem muito esforço e com naturalidade, as pessoas penetram nas redes sociais, contudo, podemos nos beneficiar e tirar proveito de alguns serviços gratuitos que podem auxiliar na prática profissional.
O instituto Forrester Research elaborou um estudo para avaliar a importância e os benefícios da rede social para as empresas e que levou em conta alguns dos fatos mais relevantes do Twitter e recomenda a análise de quatro vetores: pessoas, objetivos, estratégia e tecnologia.

Pessoas: O Twitter só faz sentido para a empresa se os clientes (atuais e potenciais) fazem uso da ferramenta. Por isso é necessário compreender como eles utilizam a rede e de que forma influenciam ou são influenciados por ela. Tal avaliação só é possível por meio de uma pesquisa de mercado.

Objetivos: Para cada ação deve ser precedida de objetivos claros e isso não é diferente no Twitter, embora devam ser compatíveis com o escopo da rede social. Reforço da marca, ações de relações públicas, promoções e alternativas para canal de serviço ao consumidor costumam ser bem-vindas.

Estratégia: O que funciona para uma empresa pode não funcionar para a outra. Por isso, a companhia que vai usar o Twitter deve alinhar sua abordagem com seus objetivos, planejando como a relação com os consumidores mudará e o impacto que terá nos processos da organização.

Tecnologia: Uma ação com o Twitter também depende de tecnologias adequadas para colocar em prática as ideias e estratégias. Há uma série de ferramentas gratuitas disponíveis para ajudar no monitoramento da conta e outras tecnologias mais sofisticadas que estão aparecendo no mercado e podem agregar algum diferencial.

O importante é nunca dispensar um planejamento prévio para saber conduzir um segmento. Assim, podemos gerenciar e determinar as ações mais indicadas através de uma boa pesquisa para utilizar o Twitter profissionalmente.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Ferramenta em benefício dos negócios de sua empresa

O número de internautas residenciais brasileiros que visita o microblogging do momento, que publica mensagens de até 140 caracteres produzidas por usuários cadastrados, pulou de 344 mil em fevereiro deste ano para 677 mil em março, aumento de quase 97%, segundo dados do Ibope Nielsen Online. Esse contingente representa 2,7% dos internautas residenciais do Brasil, que somaram 24,8 milhões em março.
A rede social Twitter, criada há mais de três anos, ganhou relevância a partir do segundo semestre de 2008.
Tais mensagens são lidas por seguidores (ou followers como o Twitter os denomina) que, voluntariamente, optam por acompanhar o conteúdo publicado por um determinado usuário.
Ainda gratuito (a empresa afirma que lançará uma modalidade paga dele ainda em 2009), o Twitter tem sido utilizado também por empresas como forma de transmitir informações sobre produtos e serviços e também acompanhar o que clientes falam a respeito dela.
Enquanto grande parte das redes sociais é tomada por adolescentes, o grupo que concentra o maior número de usuários no Twitter é formado por pessoas entre 35 e 49 anos, que compreendem 42% do público. O segundo maior contingente (20% do total) é formado por usuários entre 25 e 34 anos. Trata-se de uma audiência qualificada e com poder de decisão nas famílias.
O segundo elemento a ser levado em conta é a forma como os usuários passam a seguir as companhias. No Twitter, o inscrito só visualiza conteúdo gerado pelos usuários que ele segue, o que significa que quem recebe a mensagem optou por fazer (ao escolher seguir um determinado usuário ou empresa) e, justamente por isso, está mais disposto a encaminhá-la para sua própria rede.

A facilidade e a informalidade que permeiam a rede social, contudo, não dispensam o planejamento prévio por parte da empresa que queira usar o Twitter profissionalmente.

Os principais benefícios que a empresa pode ganhar são os questionamentos dos consumidores sobre mudanças nos produtos e para identificar insatisfações. Desta forma, a empresa pode agir de forma proativa e se aproximar mais do cliente identificando a insatisfação na rede social. Consequentemente, a empresa tem a oportunidade de responder reclamações e aceitar sugestões muito rapidamente. O atendimento individual pode superar as expectativas do usuário e fidelizá-lo.
Outro detalhe: Se os clientes optaram por serem seguidores de uma empresa no Twitter, eles tendem a ajudar a promover a marca. A rede pode auxiliar as empresas a estimulá-los, principalmente houver promoções, tweets bem humorados ou informações de valor.
Enfim, são ações de relações públicas que reforçam a marca, promovendo negócios e alternativas através desta rede social.

Fonte: PCWorld

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Blog aderindo a campanha de conscientização ambiental

Precisava postar algo sobre meu trabalho atual. A preservação do meio ambiente é um ato de cidadania e respeito com as próximas gerações que habitarão o planeta.
Ao reciclar, estamos dando vida nova a materiais que acabariam inutilizados em lixões ou aterros sanitários, quando não, poluindo rios e córregos.
Andei pesquisando sobre o tema "Educação Ambiental" para poder construir um projeto sobre Responsabilidade social na empresa em que trabalho.
A estimativa é de que existam hoje 500 mil catadores de lixo e a coleta seletiva significa abrir novas frentes de trabalho para as populações consideradas excluídas. Esta ação é significativa, pois reduz a quantidade diária de lixo que segue para os aterros.
Muitos municípios estão com os lixões se esgotando e necessitando novos aterros. A fórmula ideal são os exemplos de algumas cidades com o programa de controle do aterro no trabalho de reciclagem. Esta separação do lixo reduz o volume a ser depositado nos aterros. Desta forma é possível aumentar a vida útil destes locais, pois tendo um acompanhamento profissional de engenheiros estruturando corretamente, impede-se a liberação de gases para o meio ambiente e sem que se polua os lençóis freáticos.
São várias materiais com possibilidade de reciclar: aço, alumínio, pilhas, papel, plástico, baterias, embalagens, papelão, óleo de cozinha, vidro, equipamentos eletrônicos e etc. Cada resíduo tem um tempo para se decompor no meio ambiente.

Hoje vou falar sobre o óleo de cozinha usado e os principais riscos e ameaças ao meio ambiente:· Cada litro de óleo despejado no esgoto tem capacidade para poluir cerca de um milhão de litros de água. Isto é equivalente à quantidade que uma pessoa consome em aproximadamente 14 anos de vida.

· Além disso, essa contaminação encarece o processo e prejudica o funcionamento das estações de tratamento de água.

· O acúmulo de óleos e gorduras nos encanamentos pode causar entupimentos, refluxo de esgoto e até rompimentos nas redes de coleta. Para retirar o produto e desentupir os encanamentos são empregados produtos químicos altamente tóxicos, o que acaba criando uma cadeia prejudicial.

· Fora da rede de esgoto, a presença de óleos nos rios cria uma barreira que dificulta a entrada de luz e a oxigenação da água, comprometendo a base da cadeia alimentar aquática e contribuindo para a ocorrência de enchentes.

"Cartaz modelo" para a campanha ambiental
Retornarei para expor um pouco mais sobre o assunto, conscientização ambiental. Afinal, é um trabalho interessante e de bastante importância!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

O debate está no ar...

Eu me sinto no "dever" de também comentar...

“Relações Públicas e Comunicação Organizacional” ou "Comunicação Organizacional e Relações Públicas"
O debate e os comentários de profissionais, professores e alunos de Relações Públicas demonstram a preocupação da classe.
Qual é a proposta? Mudanças positivas ou questões tendenciosas? Não quero me sentir um peixe fora dágua... a não ser que seja pra melhor!A proposta do MEC em transformar o curso de Relações Públicas e o nome do curso, tornando-o independente das outras áreas de Comunicação Social, está trazendo discussões interessantes. Todo este interesse faz sentido, pois também amplia o conhecimento da área no que diz respeito ao perfil do egresso e temas específicos, e quem sabe mais uma forma de divulgar a área. E por que não? Mostra o quanto somos unidos, organizados e capacitado para atuar em diversos campos da Comunicação Organizacional.
Não podemos nos enganar que esta nomenclatura sempre foi uma dificuldade. Decidir e definir estas mudanças no que diz respeito a agradar “gregos e troianos”... será uma tarefa difícil pro MEC.
Mas seguindo os comentários da nossa “guru” Profa. Dra. Margarida Maria Krohling Kunsch, que escreveu no blog da Beth Brandão (http://comunicaourp.blogspot.com/), ao tomar conhecimento do ofício em referência, publicado no site do Conferp, ela enviou uma carta endereçada ao MEC.
Esta carta assegura ainda mais o perfil do profissional de RP. Pois apresenta e expressa a transparência adotada em atitudes democráticas com a ação de abrir espaços virtuais de entidades das áreas de Comunicação Social e Ciências da Comunicação, para ouvir e conciliar as diferentes opiniões e sugestões.

Uma das afirmações da Kunsch:
"Apesar do pouco tempo que houve para a discussão dos referenciais, ficou claro que não existe consenso em torno do uso exclusivo e único da denominação "Relações Públicas" para o curso e, consideradas as diversas manifestações que recebemos de professores e profissionais, o nome que propusemos, de "Comunicação Organizacional e Relações Públicas", é o que atende de uma forma muito mais realista e contemporânea os que estão no mercado de trabalho e na área acadêmica."

Se bem que particularmente gosto mais da nomenclatura: “Relações Públicas e Comunicação Organizacional”, assim como a opinião de muitos outros colegas RPs.Vamos acompanhar os próximos capítulos, e pesquisando maneiras de afirmação neste mercado competitivo!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

PARADIGMAS: visão do mundo virtual e suas influências

Que bom que algumas organizações estão se dando conta da importância da comunicação virtual e o poder destas ferramentas.
Os sites de relacionamento social como o Facebook, Twitter e outros websites podem oferecer a interatividade com o público-alvo, além de monitorar e acompanhar os acontecimentos organizacionais.
Com as movimentações internáuticas de centenas de mensagens postadas diariamente, consigo sutilmente verificar e diagnosticar conflitos e crises, facilitando as tomadas de decisão. Com isto, consigo desenvolver ações estratégicas atribuindo resoluções rápidas para qualquer problema.
Desta forma vou atualizando e investigando assuntos em pauta, para assegurar uma boa imagem em benefício da Instituição, protegendo a empresa de incidentes desagradáveis, caso seja necessário.
A comunicação instantânea e o uso da mídia social facilita o trabalho de Relações Públicas na identificação de problemas, além de interagir com o consumidor.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Retratando o funcionamento da estrutura organizacional

Cada vez mais venho percebendo que as organizações podem alcançar seus objetivos, se as pessoas que a compõem coordenarem seus esforços a fim de alcançar algo que individualmente jamais conseguiriam.
Da mesma forma que uma organização espera de seus participantes um retorno quanto às suas atividades, talentos e potencial de desenvolvimento, também os participantes têm suas expectativas em relação à organização.
Assim, a organização, para a realização de seus objetivos, recebe das pessoas atividades e trabalho e, em troca, propicia recompensa econômica e satisfação pessoal, relacionamento e reciprocidade. A ideia é justamente proporcionar a compensação da satisfação do público interno para então, conseguir idealizar e concluir as metas.
Veja bem o quanto é importante ter a assessoria de um profissional de Relações Públicas para articular o sistema organização-públicos.
Às organizações, por terem estrutura e sistematização de objetivos, enquanto seus públicos não as têm, cabem as responsabilidades de comunicação.
Quanto aos públicos internos, as informações compartilhadas e a integração dependem das responsabilidades de comunicação e dos benefícios que irão obter, conforme verificação de seus interesses e aspirações.
Esta análise permite observar que a organização é um sistema humano e complexo, em que se revela a importância das funções organizacionais de comunicação, no intuito de auxiliá-la no desenvolvimento da sua identidade.
Não se pode desprezar, dentro desta temática organizacional, a importância de construir uma filosofia e políticas corretas para guiar o desenvolvimento da organização, traduzindo para os públicos sua imagem institucional.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Incentivar a leitura, sociabilizar público e desenvolver a criatividade

Relembrando uma ação cultural que já realizei dentro de uma biblioteca escolar, sempre tive a noção do quanto isso me exigia um comprometimento com um perfil diferenciado.
Foi quando criei condições necessárias para a realização de atividades lúdicas, oportunizando momentos interessantes para a formação de leitores e para o desenvolvimento do gosto pela leitura.
Lembro com carinho de colegas (abaixo), que como eu, acreditavam na importância de incentivar o hábito da leitura e a necessidade de despertar o interesse do público através de ações criativas dentro da biblioteca.

Equipe de trabalho: Geane, Clarice (bibliotecária), Vanessa, Eu, Adriana, e não lembro o nome das outras três. Eram colaboradoras temporárias, pois estávamos informatizando a biblioteca. (1999)

Percebi a necessidade de planejar, criar projetos direcionados ao prazer da leitura nas crianças dentro desta biblioteca escolar, tornando-a, além de espaço de leitura, um espaço de apresentação, representação e criação, ampliando as funções e atividades tradicionais.
Ao invés de considerar os alunos como meros receptores e consumidores da cultura, a biblioteca fez com que os alunos participassem do processo de criação e produção cultural, artística e literária.

Atividade: Hora do Conto com atividades lúdicas (2000, 2001 e 2002)

Criei um projeto que tinha como objetivo despertar no aluno o gosto pela literatura, colaborando para a formação de novos leitores e sujeitos com criatividade e imaginação, aproximando os alunos de escritores de livros.
A programação era diversificada:
Horas do Conto, Autor Presente, Feira da Leitura, Grupo de Teatro, peças teatrais, enfim, um aglomerado cultural.

Grupo de teatro "EtcTeatral" que criamos, eu e parceiros que acreditam no mundo da imaginação para realizar nossas "Horas do Conto", estimulando crianças pelo prazer da leitura.
O autor da peça, Pedro Bandeira, acompanhou nosso trabalho através de e-mails, incentivando o projeto.

Peça teatral: " O fantástico mistério de Feiurinha" - (Autor: Pedro Bandeira - 2003)

Grupo EtcTeatral: Sandra Rapack, Marlova Tomasini, Andréia, Vanessa e Caroline Becker (aluna da escola), Elaine Teresinha de Vargas, Marlova Rapack, Eu, Kerli Moraes, Professora Rosélia Becker (fã e amiga), Guilherme Moraes (aluno da escola), Luciana e Selma Ceresa. Aqui nesta foto está faltando a minha grande amiga Ana Júlia... deve estar atrás dos bastidores. Era meu braço direito. Lá atrás o reforço, nossos maridos. Mas ainda faltou integrante do grupo nesta foto.
Resumidamente foi a concretização de um trabalho integrado e o sucesso de um conto de fadas. QUE SAUDADES!!!

Na época eu ainda não tinha formação acadêmica em comunicação social. Sinto que foi naquele período que despertei para a área de Relações Públicas.
Nestas ações culturais as condições eram planejadas, pois precisava estruturar recursos que propiciassem o desenrolar da produção cultural, envolvendo diversos grupos de trabalho.
Os projetos duraram três anos, em que atuava como agente cultural, realizando ações criativas para crianças e adolescentes e auxiliando na dinâmica dos professores.

Escritor: Duca Leindecker - "Banda Cidadão Quem" (2000)

Escritor: Luiz Antônio de Assis Brasil (2001)

Escritor: José Clemente Pozenato (2001)

Escritor: Pedro Bandeira (2001)

Escritor: Moacyr Scliar (2002)

Estávamos satisfeitas com a vinda deste escritor e o interesse do nosso público. No fundo minha colega Adriana Camaratta (sentada) e mais pra direita e a professora Ângela Feijó (sentada à esquerda) de português e literatura brasileira.

Eu, Professor Caruzo Justo Paulo (meu amigão), escritor Wagner Costa, professoras Silvana Rodrigues e Rosélia Becker (amigas de coração) - (2002)

O resultado era sempre positivo, pois o público-alvo retornava à biblioteca em busca das leituras. Neste contexto, percebi como é oportuno repensar e até redefinir objetivos e funções em alguns ambientes tradicionais e criar espaços abertos de diálogo, e sobretudo de convivência, o que cria condições favoráveis para manifestações culturais em todas as suas formas de expressão.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Soneto de Gregório de Matos

Anjo no nome, Angélica na cara!
Isso é ser flor, e Anjo juntamente:
Ser angélica flor, e Anjo florente,
Em quem, senão em vós, se uniformara?
Quem vira uma tal flor, que não a cortara,
De verde pé, da rama florescente:
E quem um Anjo vira tão luzente,
Que por seu Deus o não idolatrara?
Se pois como Anjo sois dos meus altares,
Foreis o meu Custódio, e a minha guarda,
Livrara eu de diabólicos azares.
Mas vejo, que por bela, e por galharda,
Posto que os Anjos nunca dão pesares,
Sois Anjo, que me tenta, e não me guarda.


sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Fazer pesquisa requer instrumentos de coleta

Estou em uma nova etapa e meu tempo está curto. Este é um bom argumento pra justificar minha ausência por aqui.
Ontem mesmo li um comentário de um colega no Twitter:
"- Estou cheio de estudos, trabalhos, tarefas pra cumprir e perguntem se quero outra vida?"
Eu, que conheço a figura, este é exatamente o perfil dele. Aliás, outro que também se meteu na comissão de formatura do 2º semestre (nesta formatura não posso deixar de comparecer, muitos amigos). Todo RP adora uma rotina agitada e cheia de metas pra atingir, pois tem muito mais graça e motivação pra trabalhar!
Mas retornando ao planejamento profissional, a elaboração de uma pesquisa de campo vai me exigir uma dedicação exclusiva para coleta de dados.
Já iniciei a metodologia científica do projeto e o questionário está sendo estruturado. A ideia é me aproximar do meu público de interesse. Não posso esquecer os detalhes... No momento em que as entrevistas estiverem acontecendo, as anotações permitirão registrar qualquer comportamento diferente, ambiente, e sem permitir limitar os detalhes da entrevista que possam distrair o entrevistado. Portanto para não perder nada da entrevista, vou gravar e anotar pontos importantes para depois, anotar os comentários e observações essenciais e assim, arquivar os dados.
Nesta proposta de percepção das reações das pessoas, poderei obter uma relação de aproximação e então, chegarei mais perto de meus objetivos finais.
Mas ainda preciso me organizar mais, experimentar pré-testes e verificar os resultados. Quando chegar esta parte, voltarei a relatar sobre este tema aqui no blog.

Deixa eu trabalhar....e como dizia Eliane Maciel, com licença, eu vou à luta!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Como funciona isso?

Navegando no mundo “blogótico” percebe-se a grande variedade de assuntos interessantíssimos da área da comunicação. É uma diversidade de profissionais e também educadores com “sede” de expandir o conhecimento e trocar informações. É evidente que meu foco é Relações Públicas, mas às vezes me deparo em blogs da comunicação integrada. Não tem como fugir, e nem quero! O único problema é a falta de tempo para navegar e explorar tantos links... Quem consegue essa disponibilidade de tempo para investigar, acaba adquirindo subsídios para armazenar dados importantes.
Mas ainda fica o questionamento: de que adianta tantas postagens se não é bem feita a divulgação desses espaços virtuais. A interatividade é o segredo da continuidade dos meios de comunicação. Bom, aí poderíamos ir adiante na discussão das formas de divulgação para ganhar um feedback das postagens.
Quais as estratégias desse funcionamento? Os segredinhos dessa dinâmica a gente descobre com o manuseio.... mas um detalhe posso afirmar com a minha experiência de blogueira: a cultura deste meio de comunicação ainda é tímida. Tantos espaços virtuais reabastece o nosso tempo e que ainda não nos acostumamos.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Responsabilidade social a quem de direito merece

Um questionamento: - Existe um crescimento econômico no Brasil?

Quem acompanha os indicadores da economia sabe responder: - Existe sim, um crescimento econômico no Brasil. No entanto, muitas pessoas em nosso país, ainda sofrem com a pobreza e um número bem pequeno, não sente as dificuldades de sobrevivência.
Nesta complexidade, a observação é na prática de beneficiar os mais carentes que muitas vezes torna-se “tendenciosa”. Fazendo um levantamento deste atos, a pouca cooperação que a sociedade ainda proporciona ao grande número de necessitados é em forma de donativos. Dessa maneira acabamos contribuindo para que o Brasil continue sendo o segundo maior país do mundo em termos de desigualdade social.
Li na Zero Hora no dia 09/07 uma matéria (http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1&newsID=a2573865.xml&channel=13&tipo=1&section=Geral), e que me preocupa cada vez que estou aquecida em minha cama em noite frias: “A cena se repete a cada inverno, sobressaltando a população da Capital: apesar do frio e da chuva, os moradores de rua resistem e não buscam proteção em abrigos públicos.” E por que mesmo os miseráveis de rua resistem em se agasalhar nos albergues públicos, preferindo ficar desabrigado neste inverno rigoroso?
A matéria exemplifica alguns porquês desta resistência. Os desabrigados têm suas justificativas, seus motivos.
Entenda quem puder!
Mas é preciso ampliar e divulgar esta necessidade e praticar a responsabilidade social de maneira verdadeira. O ideal seria substituir as políticas públicas, não compartilhar através da omissão e, sim, afastar o quadro de canalhas políticos que se beneficiam “comprando votos” dentro de comunidades, em troca de rancho mensal.
Nas situações em que são realizadas estas negociações dentro de comunidades, não se gera uma solução para os problemas, resolvendo-se a situação precária das pessoas mais carentes, mas, ao contrário, perpetuando o grave quadro social, porque, em muitos casos, não se dá continuidade às ações sociais que possam realmente promover uma situação melhor. Principalmente, ofertando agasalhos, cobertas aos mendigos de rua, favorecendo a migração deles em locais abertos.
Outro fator a se destacar são eventos pontuais, datas comemorativas onde acontecem campanhas de agasalho no inverno, arrecadações de brinquedos, fundos sociais, que a capacidade de doação da sociedade é muito baixa.
A nossa sociedade quando contribui com doações, parte dos recursos que acontecem nem ao menos chega a seus destinatários finais. Seria importante ao menos, se houvesse um acompanhamento contínuo dos repasses realizados, uma fiscalização destas ações das entidades beneficiadas, cuidando o rumo das doações.
Para evitar este tipo de acontecimentos é necessário ter um comprometimento no processo, e acompanhar as medidas necessárias para obter resultados positivos.
Uma organização que deseja se envolver com a responsabilidade social e contribuir para desenvolver uma cultura desejável, precisa criar instrumentos de avaliação que permitam proporcionar ações em benefício ao público-alvo.
Repito: o importante é determinar as políticas públicas e nortear as ações de responsabilidade social, evitando assim, o assistencialismo de somente arrecadar mantimentos, agasalhos ou doação em dinheiro.Por isso, se faz necessário trabalhar com a causa social e estabelecer um comprometimento. Nessa conscientização poderemos desacelerar muitas ações negativas, como o ingresso nos vícios, briga com suas famílias e introduzir a importância das crianças no ensino educacional, que é a base de tudo. Garantir parte dos investimentos de uma empresa e contribuir na qualidade de vida de pessoas necessitadas é mostrar o caminho para outras empresas esta demanda necessária. Conseqüentemente, esta ação social gerará uma imagem positiva da empresa para a sociedade.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Apenas marketing social ou conscientização de mercado?

Estamos vivenciando um momento de uma certa incoerência no mercado de trabalho, onde, por um lado, há um grande número de pessoas procurando por um emprego e, por outro lado, há vagas disponíveis que não estão sendo preenchidas por falta de mão de obra qualificada.
Existe uma preocupação neste sentido, pois segundo o Cadastro Geral de Empregos (Caged), a taxa de desemprego aumentou em Porto Alegre e, nesta verificação, pode-se entender porque muitos empresários estão com dificuldades em fechar o quadro de funcionários capacitados.
Nesta perspectiva podemos verificar através dos dados do Programa Internacional de Avaliação dos Alunos (Pisa), que o nosso país está entre os piores do mundo referente à educação básica.
As projeções que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais realiza aqui no País, e também através da metodologia traçada do Ideb 2005, 2007 (Índice de desenvolvimento da Educação Básica), a ideia é atingir em 2022 um nível de qualidade desejável à educação brasileira. Pois com os resultados dos exames aplicados em 400 mil alunos de 57 países, em 2006, o Brasil está no 49º lugar em habilidade de leitura. As dificuldades da grande maioria da população é justamente por não ter acesso ao aprendizado, em função de que este público não estuda mais do que oito anos.
Mas enquanto isso, as deficiências educacionais geram entraves para alcançar o crescimento e isso repercute no mercado de trabalho. Sem esta desenvoltura no ensino, o possível profissional não tem atendido à demanda das empresas.
Ficar assistindo este cenário e perder a oportunidade de contribuir socialmente é desperdiçar as potencialidades de todo o conhecimento adquirido. Por isso, as relações públicas com sua função social podem gerenciar as ferramentas de responsabilidade social e oportunizar as empresas interessadas a assumir este desafio.
Uma sugestão poderia ser organizar equipes de trabalho nas organizações para elaborar e investir em projetos sociais, em que sejam desenvolvidas ações nas comunidades. Assim, identificar os problemas educacionais, implementar a diversidade cultural e contribuir com a valorização do homem, poderá gerar um grande passo para atingir resultados significativos na qualificação profissional.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Estreitar as Relações

Voltando ao tema, competitividade de mercado, a velha preocupação profissional...
O campo das Relações Públicas vem sendo invadido por profissionais de
outras áreas. Aliás, esta questão foi o resultado final de meu trabalho de conclusão de curso.
No mercado existem as ocupações liberais e que não são especializadas.
As ações de relacionamento com os diversos públicos, na sua maioria, podem ser confundidas por profissionais que misturam as tarefas, acumulando trabalhos afins.
Esta junção inoportuna de integrar funções, afeta diretamente a organização, num momento em que a sociedade impõe posturas éticas e sociais.
Esta realidade nas relações profissionais é o resultado de adaptações inapropriadas, que prejudicam o andamento da organização, pois desfoca o interesse planejado.
Dessa forma, se a proposta é se comunicar para estabelecer relacionamento com diversos públicos de interesse, as ferramentas estratégicas de competitividade devem ser acompanhadas por quem é especialista neste gerenciamento.
Saber se comunicar com os diversos públicos e desenvolver imagem positiva da organização faz parte do papel do RP....... nossa especialidade é essa!

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Filosofia das Relações Públicas

O envolvimento no ambiente organizacional e a condução da comunicação bilateral entre empresa e comunidade a ser atingida, podendo atender as necessidades, poderá gerar uma aproximação de responsabilidade social, persuadindo-os a adotar uma atitude, objetivando retornos específicos para as organizações.
Com o interesse da empresa de se diferenciar perante o mercado competitivo, o consumidor pode assimilar bem a mensagem difundida, oferecendo e direcionando ao público–alvo, um segmento particular do seu interesse.
Com a Responsabilidade Social adotada na empresa a mudança na mentalidade de valorizar as manifestações sociais e culturais, determina a forma de construção de uma sociedade e a legitimidade desejada pela organização.
A questão é entender a dimensão cultural da sociedade de classes como um todo para então, esclarecer os significados das peculiaridades da cultura.
No momento em que se contribui para o enriquecimento cultural da sociedade, integra-se a empresa ao contexto social, de formas positivas e receptivas, projetando a marca através do enriquecimento cultural.
Utiliza-se uma visão social e, ao mesmo tempo, mercadológica, como forma de aproximação com os públicos.
O mercado, atualmente, vem exigindo das empresas mudanças no seu modo de fazer negócios e de se relacionar com o mundo que as cerca, desencadeando o conceito de responsabilidade social, que está se tornando um artifício de sobrevivência, a longo prazo, no mundo dos negócios.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Cultura e relações de Poder

Podemos entender cultura como uma dimensão do processo social e utilizá-la como instrumento para a compreender as sociedades contemporâneas.
Hoje em dia os centros de poder da sociedade se preocupam com a cultura, procuram defini-la, entendê-la, controlá-la, agir sobre seu desenvolvimento. Há instituições públicas encarregadas disso como também empresas voltadas a esfera de atuação econômica. Assim, as preocupações com a cultura são institucionalizadas, fazem parte da própria organização social.
Expressam seus conflitos e interesses, e nelas os interesses dominantes da sociedade manifestam sua força.
É uma característica dos movimentos sociais contemporâneos a exigência de que esse setor da vida social seja expandido e democratizado.
Isto é particularmente importante quando se consideram as mazelas culturais do povo brasileiro que tem um grande número de analfabetismo, onde o controle do conhecimento e seus benefícios são de uma pequena elite e a pobreza do serviço público de educação e de formação intelectual das novas gerações.
As preocupações com a cultura mantêm sua proximidade com as relações de poder e continuam associadas com as formas de dominação na sociedade, e são instrumentos de conhecimento ligados ao progresso social.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

MUNDO DA PESQUISA – uma ferramenta fantástica

Segundo alguns autores, as teorias da sociedade global mostram que as culturas interagem em crescente turbulência. Assimilando essa tranformação, o ideal é criar uma pesquisa sistemática para se aplicar. Após um briefing, um mapeamento, será necessário gerar uma metodologia com técnicas significativas, estabelecendo relações interligadas.
Como proposta gerencial no contexto das Relações Públicas, é necessário identificar as diversidades culturais traçando um estudo comparativo com uma visão além da cultura tradicional.
Lembrando da teoria da comunicação, dos pré-requisitos para as Relações Públicas, nas questões do entendimento da comunicação em duas vias (ou mais...) com os públicos, a troca de experiência na prática é um processo que pode gerar suporte estrutural ao armazenar um bom banco de dados.

terça-feira, 28 de abril de 2009

DICAS DE RP EM ATENDIMENTO AO PÚBLICO

As organizações deviam se preocupar mais com o atendimento ao público interno e externo.
Pode ser simples, mas praticar diariamente o atendimento e analisar para ir corrigindo as dificuldades pode ser de grande valia.

Aí vão algumas dicas que podem ser importantes:
1) Cumprimente e Sorria
Um “Olá”, “bom dia”, “boa noite”, seguido de um sorriso abre portas e a bolsa do cliente. Aproveite e exercite em casa, com seus amigos e todos a sua volta. Aproveite a ocasião para fazer um leve aceno com a cabeça, em forma de reverência. E sempre com muito otimismo e entusiasmo. Seu corpo fala junto com a boca.

2) Fale o nome do seu cliente
“Meu nome é Maria? Qual o nome da senhora?” Chamar o cliente pelo nome causa uma empatia maior. Mas não abuse: Use o “Senhor” ou “Senhora” para as pessoas mais idosas e somente deixe de usar se o cliente lhe autorizar. Mesmo assim, nada de intimidade como “querida”, “nêga” ou qualquer outro sinal que denote uma intimidade que não existe.

3) Coloque-se ao dispor do cliente
“Senhor João em que posso ajudá-lo?” Evite aquele “pois não” ou ainda o pior “o que você quer?”. Oferecer ajuda é sempre melhor que já usar uma negativa com o cliente antes mesmo de começar a vender.

4) “Estou só olhando, obrigada”
Esta é uma grande mentira que a maioria de nós falamos, quando estamos interessados em algo mas ainda não decidimos. Pesquisas já demonstraram que 80% das compras são decididas no ponto de venda e não antes. Então, de dez pessoas que “estão só olhando”, oito compram. Mesmo assim, coloque-se à disposição do cliente, repetindo os passos 1 a 3 e respondendo. “Muito bem, Senhor João, se precisar de algo, conte comigo”. Afaste-se um pouco do cliente para deixá-lo à vontade para escolher o que deseja, mas não saia da “vista” dele. Esteja disponível caso ele solicite informações. Tenha um cartão com seu nome e entregue ao cliente, para que ele lembre seu nome, principalmente se a loja estiver muito cheia. Mesmo assim, não o abandone, esteja sempre por perto.

5) Meu cliente, meu Rei
Tenha em mente durante todo o tempo que você só está ali porque o cliente existe, mesmo que ele não compre daquela vez. Seu emprego está em jogo. Mais de 60% dos clientes não voltam a comprar na mesma empresa por causa do mau atendimento. 6) Ouça o cliente Deixe o cliente falar. Pergunte primeiro tudo o que puder para entender o que o cliente deseja. Lembre-se: o cliente está ali para satisfazer uma necessidade. Antes de pensar o que pode servir para ele, ouça-o. Só assim você poderá dar um atendimento diferenciado, efetuar a sua venda e ainda ter esse cliente para compras futuras.

7) Faça mais do que acha que pode
Deixe a preguiça de lado. Ofereça de forma sutil e educada um pouco mais do que o cliente pediu. Ofereça outra cor, outro modelo, fale dos benefícios do produto. Faça o cliente imaginar-se usando o produto ou serviço que está sendo oferecido. Clientes compram experiências. Aproveite e ofereça também produtos ou serviços que possam ser agregados à compra principal. Se comprou uma calça ou sapato, ofereça um cinto ou par de meias. Se comprou uma blusa, ofereça roupas intimas. Enfim, muitas vezes essas compras deixam o cliente ainda mais feliz e o vendedor também. E jamais use aquele “que era mais?”. Todo cliente percebe que você só perguntou porque lhe obrigaram.

8) Crie relacionamento
Cadastre seus clientes para algo muito simples, que se chama pós-venda. Ligue depois para seu cliente, confirme sua satisfação com o produto ou serviço adquirido. Coloque-se à disposição. Anote o que ele comprou e quando chegar algo similar, ligue para ele e ofereça a novidade. Crie um relacionamento com seu cliente.

9) Acompanhe seu cliente até o final da compra
Não abandone seu cliente antes que ele deixe a loja. Ao finalizar a compra, coloque-se ao dispor de seu cliente e nunca deixe de entregar um cartão.

10) Agradeça
Jamais deixe de agradecer ao seu cliente, coloque ao dispor para uma nova aquisição. Sempre com um sorriso enorme e com sentimento de gratidão, realmente.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

QUER LUCRAR? DÊ PRESENTES

As empresas consideradas por seus funcionários como bons lugares para trabalhar dão mais lucro.
A primeira: empresas com bons ambientes de trabalho atraem os maiores talentos.
Outra: funcionários bem tratados tratam bem os clientes.
Uma terceira: gente estimulada rende mais.
Conclusão: no trato com seus funcionários, as melhores empresas funcionam mais na lógica dos presentes que na troca mercantilista de salário por trabalho.

Um tipo de vínculo - desenvolver uma prática que chamamos de Trabalho de presente.
As companhias oferecem uma espécie de 'presente' a seus funcionários.
Algo que eles reconhecem como uma generosidade da empresa.
Cria-se um laço muito maior que uma simples relação toma-lá-dá-cá.
Os funcionários respondem a essa generosidade com mais dedicação, criatividade, idéias, empenho.
Tornam-se muito mais produtivos.
Os presentes não são necessariamente bens materiais ou dinheiro.
São práticas que os funcionários não identificam como uma obrigação da empresa. Assim, adotando uma 'cultura do presente'.
É senso comum que, quando os funcionários se sentem bem tratados pela companhia, oferecem serviços e produtos de melhor qualidade aos clientes.


E por falar em presente:

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Querido Lucas (RP), valeu o texto......uhuuhuuuuu!!!

"Um profissional de Relações Públicas... não come, degusta o produto;

RP não cheira, sente a fragrância;
RP não toca, examina o design;
RP não dá resposta, cria outra pergunta;
RP não conquista, persuade;
RP não tem destino, tem target;
RP não ouve barulho, ouve ruído;
RP não fala, envia mensagem verbal;
RP não procura endereço, procura praça;
RP não escuta ,decodifica a msg;
RP não tem idéia, tem brain storm;
RP não recebe resposta, recebe feedback;
RP não tem memória, tem repertório;
RP não lê, decifra código textual;
RP não pergunta, faz pesquisa;
RP não ouve música, ouve trilha sonora;
RP não tem lista, tem mailing;
RP não vê outdoor, vê mídia exterior;
RP não dirige, faz test-drive;
RP não falece, seu ciclo de vida chega ao fim;

Se isso foi copiado? Claro que não! RP não copia, faz outra versão: Tem coisas, que só um RP faz por você!"
Colegas RPs: Chayene Garcia, Sue Ellen Tatsch, Eu e a Priscila Lanner

segunda-feira, 23 de março de 2009

SISTEMATIZAÇÃO DE OBJETIVOS

Relendo meu trabalho de conclusão, entrei no 1º capítulo onde desenvolvi o tema organizações e quero citar alguns detalhes aqui no blog.
Quando se questiona sobre integração do público interno, o importante é saber assumir a responsabilidade de oferecer e compartilhar a informação no intuito de beneficiar uma sistematização comunicacional.
Divulgar fatos importantes requer habilidade para transmitir e conhecimento dos interesses e anseios dos empregados, conforme a visão da organização. Cabe a nós da área da comunicação desencadear esse processo sinérgico.
A partir deste reconhecimento da necessidade de interagir socialmente, a empresa pode promover a satisfação no trabalho e o desenvolvimento das aptidões de seu pessoal, assim como contribuir para o crescimento da comunidade com a qual se relaciona, através das políticas de relações públicas.
Se essa compreensão da prática de relações Públicas for entendida de forma a contribuir como apoio na difusão de diretrizes, posteriormente poderemos ampliar esse entendimento para romper resistências de públicos específicos. Consequentemente abrindo pautas atraentes para diversos segmentos.

quarta-feira, 18 de março de 2009

ATRAVESSAR A TEMPESTADE COM VISÃO NO FUTURO

As vibrações do mercado de ações são sintomas da gravidade da crise financeira. Um movimento errado gera desconforto e a incerteza nas instituições, no sentido de avançar e estabilizar projetos em andamento. Isso tudo pode servir para “criar” bons planejamentos estratégicos para seguir produzindo no intuito de aliviar os impactos da crise financeira.
Sem ilusões, a proposta seria desenvolver políticas de sustentação, produzir ações promissoras, revigorar a atual conjuntura organizacional com inovações, acentuando o diferencial competitivo.
O investimento precisa ser reforçado na capacidade de inovar e de competir com a concorrência.
É necessário "oportunizar" o crescimento. E nesse ponto a organização necessita da contribuição dos colaboradores (público-interno). Estando motivados a integrar os projetos institucionais e gerando uma negociação com o colaborador propondo uma capacitação e depois autorizando as iniciativas dos profissionais. Sendo assim, estimular uma "qualificação" com andamento contínuo, estimulando um clima organizacional bem estruturado.
Estamos passando por um nova ordem mundial, pois tivemos grande tormentas com o crescimento da tecnologia, informática e biologia. E hoje estamos ainda sofrendo mudanças globais. Acho ótimo avançarmos. Só demonstra que nós não estamos estagnados e precisamos cada vez mais evoluir. Mesmo que os caminhos sejam tortuosos, mas....o progresso está sempre ativo!

terça-feira, 17 de março de 2009

CRIANDO NOVOS BLOGS ...

Agora estou trabalhando na criação de dois novos blogs corporativos, no intuito de expandir a comunicação virtual da empresa onde trabalho.
Em breve eles ficarão prontos para postagens. Esse serviço será oferecido no intuito de dinamizar e conhecer um pouco mais nosso "cliente", tanto público interno quanto externo.
O site empresarial serve como instrumento informativo. O blog terá como proposta a interatividade.
Bom, por enquanto as configurações estão sendo trabalhadas.
Em breve divulgarei os endereços de acesso ao público-alvo.

segunda-feira, 16 de março de 2009

GESTÃO INTEGRADA

O profissional de Relações Públicas tem a pretensão de auxiliar na otimização da comunicação empresarial estratégica no que diz respeito à relacionamentos entre as empresas e seus públicos. Isso reflete positivamente quando feita de maneira eficaz, com um Planejamento Estratégico e Operacional para o público interno da organização. Pois através de inovações acompanhadas, direciona-se a responsabilidade permanente de todos os colaboradores da organização.
O intuito maior das Relações Públicas é a criação e a manutenção de um clima de confiança e compreensão entre organização e seus colaboradores, assim como seus demais públicos.
Pode-se então entender Relações Públicas como sendo uma atividade inserida dentro da administração estratégica da empresa, que procura se relacionar com os públicos que as constituem, que com ela interagem ou se relacionam.
Partindo da Mobilização de equipes da organização e em conjunto com a Assessoria das Relações Públicas, é possível conhecer o pensamento dos públicos de interesse.

quinta-feira, 5 de março de 2009

MOTIVAÇÃO E PERSONALIDADE


Muito curioso analisar as necessidades através das teorias de Maslow...e de tantos outros autores.
Maslow comenta que “quando um conjunto de necessidades fosse satisfeito, esse tipo de necessidade deixava ser motivador”.
E as cinco necessidades apontadas por ele foram divididas em necessidades de baixa ordem que satisfazem externamente (fisiológicas e de segurança) e de alta ordem que satisfazem internamente (sociais, de estima e de auto-realização).
Percebe-se a seqüência lógica dessa teoria, porém sabemos que tudo isso varia de pessoa para pessoa.
Li também em algum ambiente virtual, que uma pessoa não motiva a outra por si só, e sim, que a motivação nasce das necessidades humanas.... Não tinha ainda pensado por esse ângulo... senti vontade de me aprofundar nessa teoria e li mais um pouco.
Enfim, navegar e pesquisar “o tema indicado do dia” (fornecido por prioridades de trabalho) acaba me fornecendo informações profissionais e uma bagagem para atuar e colocar em prática.
Mas sempre observando que o assunto MOTIVAÇÃO é uma complexidade humana e nenhuma teoria isolada seria o suficiente para explicar as reflexões dessa questão.