quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Virtual, mais que virtual.....que peninha!!!

A novidade chegou e depois os comentários... a curiosidade foi crescendo. Depois o tempo passando e eu não podendo comentar. Solução: assistir o filme também. Como poder criticar, elogiar sem conhecer?
Mas outro dia li a coluna do Luiz Fernando Veríssimo na Zero Hora, e adorei os comentários sobre o filme Avatar... abaixo na íntegra:

#Avatar
O crítico de cinema da revista The New Yorker David Denby flagrou duas das ironias de Avatar.
O filme é, ao mesmo tempo, contra a tecnologia e o mais empolgante exemplo de tecnologia avançada que já se viu no cinema.
Máquinas de guerra supersofisticadas são derrotadas por arcos e flechas com a ajuda espiritual da Natureza
E é um filme abertamente, panfletariamente anti-imperialista que está batendo recordes de renda onde o império do cinema americano alcançou
E em muitos casos tendo liquidado culturas locais.
Como disse James Cameron aos seus pares quando recebeu o Globo de Ouro por Avatar: “Gente, nosso trabalho não é o melhor trabalho do mundo?”
É um trabalho à prova de contradições.
Cameron confia tanto no poder embasbacador do seu filme, que não se dá o trabalho de entrar em detalhes.
Nunca se fica sabendo o que os habitantes de Pandora e os avatares respiram através daqueles narizes achatados, já que oxigênio não é.
E nunca fica claro por que o tal “unobtainium” é tão importante para os invasores terrenos, a ponto de justificar o massacre dos nativos.
Como o mineral não é identificado, fica-se autorizado a substituir “unobtainium” por “petróleo” para reforçar a analogia anti-imperialista.
E para não haver dúvidas, no filme há uma rápida referência a outra invasão americana
É quando alguém compara a tática que será usada contra a resistência nativa ao choque e espanto, shock and awe
Shock and awe é o nome dado às primeiras operações no Iraque.
Os vilões do filme não são exatamente as forças armadas americanas, são mercenários pagos por empresários para fazer o trabalho sujo.
Os vilões são a estupidez de uns e a ganância dos outros. Vilões conhecidos.
Fora a tecnologia sofisticada, diz o filme, o século 23 repete o século 20.
Pensando bem, repete todos os séculos de conquistas imperiais desde o 16º.
Jake Sully, o avatar que adere à resistência nativa e acaba liderando-a, é um herói também à antiga.
Não falta, na sua exortação ao seu novo povo, o punho levantado e a frase desafiadora “Esta terra é nossa”.
Só faltou, mesmo, dizer “O unobtainium é nosso!”
O que eu achei do filme? Achei sensacional.
Bem, faço das palavras do Veríssimo, minhas palavras também. Nada mais cômodo do que um grande escritor expressar por mim o que senti sobre este filme .... olha eu aí encima genteeeeeeeeeemmmm... a Na'vi Angel.



terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Quase dois meses depois...

Faz um tempinho que não atualizo o meu blog. Mas hoje me entusiasmei com um assunto e fiz questão de compartilhar com os curiosos pela questão: RESPONSABILIDADE SOCIAL!
Baseada nos pontos que se referem ao papel social do profissional de Relações Públicas, quero refletir com vocês e avaliar sobre a atual conjuntura do nosso papel social e a importância desta atuação.
O mercado oferece boas oportunidades e o grande detalhe é saber como fazer bom aproveitamento do Marketing social.
Vamos lembrar que assuntos relacionados à ética e a responsabilidade social são primordiais pra nós, profissionais de RP, onde fomentamos a consciência social da organização. Alertar a nossa organização sobre os assuntos relacionados ao bem estar dos empregados/colaboradores é estar comprometido com a imagem positiva da organização e melhorar seus estilos de vida.
A defesa das políticas que promovem a integração dos funcionários /colaboradores em projetos novos pode beneficiar toda uma sociedade envolvida. Tendo esta visão, este envolvimento com a comunidade pode gera mudanças sociais desde que saibamos exercer influência nas lideranças das comunidades.
Com esta iniciativa de criar projetos sociais, conseguimos envolver a participação das agências governamentais podendo inclusive superar às expectativas dos políticos ou dos líderes comunitários, sidicais e incitar debates sobre a nossa realidade nacional.
Por experiências profissionais o caminho é manter a informação atualizada com o público interno e externo, conforme vão ocorrendo mudanças sociais auxiliando as boas relações.
Assim, podemos também identificar e entender as prioridades deste público envolvido, realizar diagnósticos das necessidades e desenvolver mais projetos sociais.
Vamos pensar e “arregaçar as mangas”?